sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Sim!

Qual que é?!
Ser Humano atrai, o cheiro pode ser bom ou não. O gosto pode variar, assim sendo, qual é
o grilo em variar também?
Para odiar somos tão bons!
Para amar, tocar, desejar, parece tão complicado...
Já é tempo de abrir a cabeça.
Temos de dizer que somos algo para nos afirmarmos no mundo, trabalhar caladinho, não ser muito criativo, não questionar...apenas repetir, melhor se for com os ouvidos desligados.
Mas no meu corpo mando eu!
Eu tenho o direito de desejar o que eu quiser!
O mais legal nesta vida, é sentir tranquilidade em se ser o que é.
Boca é boca aqui e no Japão!
Bunda é bunda!
Vagina!
Sim...vaginas! O que não somos capazes de fazer por uma?!
Pau!
Pau na boca, pau na frente, pau de lado, pau ereto, pau quieto...simplesmente pau.
Deixa de agredir o outro e dá muito!
Dá o que a natureza deu!
Chupa, mas chupa mesmo, chupa com gosto, lambe depois...
E depois de tudo, se ama, diz que ama, se foi ruim, evita uma próxima.

sábado, 25 de outubro de 2008

Deus!!!

É um pecado chamar meus costumes pelo nome de estilo de vida!
Já causa desconforto, já é motivo de censura!
Minha presença nos lugares já não é incondicional.
Não chamo isso de limitação idiota. Mas de consciência que ampliar a mente ainda é algo suspeito.
Sou sombra de mim.
Ainda respondo pelo o que fui um dia. Vivo das lembranças de tempos sãos com os amigos.
Não posso aceitar que mudei tanto para pior.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Eu nem ia falar mais nada hoje!

Solidão é foda! E também falar aqui, poupará algum amigo que tenha o horrível hábito de dormir e também por ver o bem danado que jogar neste monte de lixo, que eu apelidei de blog, as coisas que ficam na cabeça e fodem a minha vontade de dormir.
Cara, eu estava pensando nas tantas lorotas que digo, pensei também nas declarações descabidas que podem ser de ódio ou de afeto, eu digo mesmo!!!
Eu nunca analiso os riscos das frases que saem da minha boca!
Num rompante eu me jogo no chão e brado que amo algum amigo, outras vezes, sem mais ou menos calcular, eu falo logo que achei nojenta a frase, que não concordo, que preciso de cinco minutos para ir em casa tomar um banho e voltar para o bar com uma 12 cano curto na mão e mirar bem no meio da boca do idiota e ficar rindo depois, enquanto a moça da limpeza recolhe com uma pá, os pedaços do cérebro do infeliz! Claro que a parte de pegar uma arma e atirar foi um recurso para criar um clima, embora as vezes matar alguém rápido assim, seja melhor do que me ter fazendo comentários bem criativos e na cara, sempre na cara, do infeliz.
Eu preciso de ajuda! Não pode ser normal!!
Tenho de pensar nas máximas da cultura oriental, ter calma, aceitar o escroto que pode haver no mundo, agir com serenidade.
Só que não sei ser de outra forma!
Cassete!! Eu também sou cheia de defeitos, tenho de levar isso em consideração!
Não!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Espero que se foda o resto!
Eu até conto até dez, mais do que isso, vai pedir para a puta que o pariu que o aguente!

Continuando... (se possível)

... desculpe a pausa idiota que dei.
Como eu ia explicando...a coisa pode variar muito, penso, creio piamente que o estado de espírito da pessoa é bem determinante para haver ou não uma perda de controle. Não sei tão profundamente o que se passa com os outros, mas no meu caso, nunca foi para me tornar uma rainha da turma, ou mesmo para paquerar, arrumar romances e tal.
E o meu processo criativo por vezes tentei associar, mas não fui tão feliz.
De verdade a coisa era para causar dano mesmo! Sinceramente!
Uma coisa meio feia de ter um jeito meio dopado, uma postura bem auto-destrutiva e tudo...
Só que no meio desta loucura toda, rola um sentimento de apego às coisas, valores que ao perder de vista, me garantiam horas e horas de uma bad completa.
Engraçado relatar um telefonema com um amigo certa vez, ela dentre outros assuntos perguntou se estes químicos tinham dado uma levantada na minha morna atividade sexual. Eu ri muito, e ri mais ainda depois que notei que da cintura para baixo, o meu corpo dorme profundamente.
Muito interessante observar como essas coisas em meu corpo costumam agir.
Uma agitação que sei que não é natural e um sentimento posterior de tédio, de abandono próprio e uma vontade apenas de ter mais daquilo, para começar outra vez a ter ou querer demais, sentir para sempre as mesmas sensações.
Mas ai passou, acabou tudo.
Ficou tudo verão outra vez.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

As muletas! Em conversa guiada por perguntas.

O que diz sobre os seus vícios?
Declaro que foi uma surpresa, mas depois virou uma merda. É sentido uma auto confiança na medida em que é possível expressar de forma menos tímida as coisas que se sente ,mas aí vira uma coisa sem controle que faz com que a pessoa perca a noção total de limites. Além da saúde que é destruída e tal... Hoje eu pretendia me alongar aqui, mas não será possível no momento.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

O cheiro mais arrogante do mundo

Existem aqueles que afirmam que a reação do perfume pode variar de corpo para corpo, variando assim o doce do que há no frasco, criando um aroma único que passa chocando o ar, deixando impressa uma marca nunca possível de apagar, debilitando nos com lembranças e revivendo sensações.
O bom de se elevar sempre o sensorial em detrimento de algo tão sem valor que é o sopro divino representado nas ações tão implicadas de racionalidade, razão que muitas vezes luta para garantir que Deus inexiste e depois de tanto empenho se descobre vislumbrada com sua limitação em explica-lo de forma definitiva, o bom de sentir em lugar de analisar friamente os momentos, é que, nada nos rouba a bela vista que temos dos ombros delicados, vestidos com as mais alvas estamparias, uma tão sorridente e mortal prova de que é pela fraca entrega ao divagar, que encontramos a estranha descoberta pelo dono dos ombros, de que a terra parou de girar no momento em que senti exalar de seu corpo um cheiro tão convidativo.
Existem leitos pelos quais passei que deixei uma parte de mim, e trouxe em troca astuta, um pouco dos aromas cedidos.
Nas ruas, colos são tão atraentes que me perco perdidamente apaixonada por cheiros sem rostos e nomes. Tão rápido me enamoro quanto os perco.
Dou graças por nunca mais os ter por perto, já que a falta de pudor é punido com a retirada de minha liberdade de ir e vir, esta liberdade tão primeira que por ela não abro mão, pois é por zelar por este direito, que posso me aventurar a sentir por mais e mais vezes esta grande maravilha preservada apenas em mim, para a minha egoísta distração.
Hoje um aroma delicado me parou os reflexos, me lembrei de algum ser que tive apenas para mim, o cheiro não era completamente igual, por crer piamente nos que afirmam as varições de perfumes mesmo iguais em corpos diferentes, estava a bela criatura atrás de mim, sem tocar-me. Senti todas as mais despudoradas vontades desta terra.
Aproveitei até o fim e pela primeira vez senti vontade de alongar este momento até a mais infinita das possibilidades.
Dei a um passo para trás, afim de contemplar o dono deste meu prazer tão solitário e aos olhos da sociedade, vil.
Não era um anjo, era um detentor universal de uma total arrogante forma de estar no mundo. Mas mesmo assim, cativante.
Meu corpo, tenho absoluta certeza, não se moveu um centímetro, mas minha alma, pareceu começar a se aproximar deste ser, a ladear, tornar-se muro, afagar-se em suas curvas e costas, a mão que parecia não ter respeito, sobre o ventre passeava, até subir mais e mais e ao se aproximar dos fartos contornos, apertava-lhes até quase sufocar este estranho ser. Não cobro de mim agora a necessidade que deveria ter sentido de tocar com os meus dedos os lábios desta bela forma vivente.
De volta à terra, olhei de forma definitiva na face deste indivíduo. Não disse nada.
Dei as costas, mas antes, por um breve instante meus olhos completamente apaixonados foram bem capazes de expressar gratidão ao ser que não sei o nome, as datas.
Não cobraria mais nada, tive o que me permiti possuir.
E agora, carrego um pouco disto comigo para sempre.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Intrigantes questões

Por vezes tentamos responder para nós mesmos, perguntas que apenas mentalmente fazemos, pois o som ainda que liberto em claustro poderia nos chocar, destruir, transmutar algo que achamos belo e que podeia se tornar algo vil e sem valor.
Por exemplo, o suspiro logo após a cópula e sem mais fluir naturalmente a frase emblemática: EU TE AMO ouso me aventurar a contar que proferi tal período para apenas duas pessoas.
Será que era a frase exata, que exprimiu a verdade de todos os meus sentimentos? Não desmereço tanto assim estas duas criaturas maravilhosas, não é um texto para lavar uma roupa que acredito e carrego comigo a certeza de já ter sido bem lavada e de maneira digna e discreta.
Mas nas minhas atividades solitárias de igual fim, eu termino os atos tão físiológicos e me permito pegar um livro e me adentrar por caminhos que não são tão inspiradoramente relacionados aos retóricos assuntos de amor.
Tenho participado deste mundo de forma bem solitária, bebia em grupo, mas hoje, porres homéricos são comuns e sem brindes em roda.
Lia algo e logo queria compartilhar, por hora tenho lido bem menos do que antes, no ritmo dos que não precisam mais dar demonstrações de compreensão tão imediata e certeira.
Festas e eventos, usando o fato de morar no subúrbio, escapo.
Ser feliz ou não, já não me é tão importante deixar claro para o mundo.
E as questões que me intrigam e que antes evitava, já não chocam mais. Não dói mais pensar que posso ter chamado de amor, a volúpia, a paixão tão carnal, a saliva que não em causou asco.
Diria obrigado aos que povoaram camas comigo, diria obrigado aos que ligam ou não nos dias que se seguem, e diria obrigado a mim, por não ter dito obrigado.
Dizer que foi bom, parece que era esperado que não seria.
Não digo nada.
Não mais me relaciono com pessoas que me conhecem tão bem, falo aos que sei que, será complicado estar um dia na presença, e eles também sabem e nem por isso, me deixam falando sozinha.
Eu tenho encontrado muita beleza neste tempo de rever verdades tão absolutas. E o feio... se visto de forma serena, tem todo um charme e nos revela traços de perfeição.

domingo, 19 de outubro de 2008

O meu Ramalhete

Em todos os sentidos, é em minha casa que me destruo, todos os dias, de forma lenta, já que de forma definitiva confesso não ter mais coragem.
Eu fico aqui neste lugar que mais parece uma cova, cercada por saudades e vontades, mas sem calcular os riscos de me levantar e caminhar em busca de ar puro, em busca de uma paz que eu tenho absoluta certeza de que não encontrarei.
Quadros, um cheiro de tinta e uma escuridão permanente, uma sala jamais descoberta, cortinas de seda demodês, mobília de parentes já mortos, vídeos caseiros que parecem forçar minha mente a contar os que já perdi, muitos deles nem liguei.
Eu não quero mais tentar nada, não preciso mais de cura, paz não tenho. Lutar por esperança é exaustivo demais para o meu corpo muito branco e em proporção igual, fraco.
Eu sinto alegria diária, mas nunca me sinto plenamente feliz. Entender isso já me tomou muitas tardes, agora deixei esta questão para ser estudada em laboratório, quem sabe no ano de 2087.
Não é melancolia.
O que eu posso dizer?
O que pode dizer uma pessoa que já não consegue mais manter o alimento e o líquido que tomou?
Meu organismo me humilha com vontades que nem sinto mais concordar.
Como se o meu corpo fosse apenas capaz de dizer sim.
Não quero mais ter alguém por perto. Não quero ajuda para ficar de pé, não quero sopinha para arrancar minha palidez.
Quero ser o meu começo e aprender com o meu fim.

Rito inicial

A coisa mais estranha foi descobrir que foi bem mais simples do que eu imaginava...pelo menos criar o blog foi bem fácil, tirando é claro a parte insuportável de ter que escrever a porra das letrinhas, errei duas vezes, creio que numa escala de 0 --10, fui oito. Só não fui 10... ah...deve pegar mal ser tão convencida logo no primeiro texto. Preciso antes conseguir admiradores e todas estas punhetas mentais que a maioria que faz um blog acaba batendo!
A única pergunta que faço para os que possuem isso há tempos... Meus pais têem como encontrar isso facilmente na web?
É que faço coisas que gostaria de contar aqui, já que aqui, eu quem mando e estou pouco me fodendo! Mas estar pouco se fodendo é bem diferente de quem sabe ser chamada para uma conversa em família para ouvir a porra do sermão da montanha!!!
Mediante esta complexa dúvida sobre o grau de acessibilidade entre mim e meus familiares, eu me reservo o direito de aguardar um dia ou dois para me certificar que eles nem sonham em saber as porras que faço só para me divertir... dirversões que levo à sério!!!