Hoje eu perdi o emprego.
Há alguns meses abandonei a faculdade.
Um cara contou para a minha mãe que eu cheiro Cocaína.
A minha mãe não é mais Deus
Muita gente sabe que sou lésbica
Eu descobri que não amo, mas que pessoas me inspiram.
Não tenho fé em nada.
Eu de repente terei de me mudar, não sei se vou conseguir bancar a minha vida.
O meu pai morreu de vez pra mim, se é que um dia viveu de fato dentro do meu coração.
Possibilidades com 22:
Plano A. Tomar alguma coisa e acabar com a minha vida
Plano B. Sumir para sempre, para algum lugar.
Plano C. Colocar a culpa no meu País e ir para um outro juntar uma grana para voltar com grana, mesmo sem saber para que usar.
Plano D. Tentar a FUVEST e fazer um curso que vai me render 4 anos mais de orgulho acadêmico.
Conclusão:
Todas são iguais em esforço, por agora vou apenas avaliar a situação de não ter de ir trabalhar e poder me dedicar 24 horas à minha peça.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
O cara que me afetou
Eu estava na rua com a Daniele, com a Geórgia, a irmã dela também...e passou um cara por mim e eu fiz uma gracinha e ele me chamou de sapatão.
Eu ri para despistar, mas fiquei corada.
Num dos ensaios da peça Romeu e Julieta, tinha um povo saindo da escola e viu os ensaios e disseram a mesma palavra maldita.
A minha avó brigou comigo um dia e disse que eu tinha um caso com a minha melhor amiga e disse a mesma palavra maldita.
Eu estava no jardim e ouvi a minha avó comentar com a minha tia avó que eu era isso aí.
Eu adaptei um clássico do Teatro para ouvir muitas vezes esta palavra até me acostumar com ela e rir dela.
Estava cansada de ser chamada disto o tempo todo nas brigas dentro de casa. Eu me cansei de negar um milhão de vezes esta merda toda.
Agora esta palavra não me diz mais nada, agora sou julgada por outros motivos, nenhuma pessoa tem mais este direito!
Mas eu era só uma criança! Já não bastava o inferno dentro de mim, já não era pouco eu me culpar, tentar mudar, me conter para não deixar emergir?
Eu queria ter um espacinho...um tempinho de infância tranquila, eu nunca mais queria ter medo de me apaixonar e o meu olhar me delatar...
Aí virei a estranha, agredia para desviar os olhares, eu tinha que ser a rebelde sem cura para não olharem tão de perto para mim.
Sinto vergonha dos rapazes que usei para me esconder.
A coisa mais triste deste mundo é ter vergonha dos próprios sentimentos. Ter vergonha de dar carinho é a coisa mais podre que existe.
E só mais uma coisa, você pode ler quantos livros encontrar pela frente, mas tarde da noite vem uma solidão tão grande que, nem abraçando forte todos eles, você será capaz de se sentir protegido.
Se houver alguma garotinha assim na sua rua, não olhe tanto assim para ela, deixe ela brincar, de noite você nem sabe, mas ela chora por não entender a razão de gostar mais da amiguinha do que do pedrinho bom de futebol. Ela não sabe direito o que sente, mas já tem certeza dentro da cabecinha dela, que isso é errado.
Ela já tem problemas demais, deixe ela correr, deixe ela ser menina, menino, os dois, deixe ela ser criança.
Eu ri para despistar, mas fiquei corada.
Num dos ensaios da peça Romeu e Julieta, tinha um povo saindo da escola e viu os ensaios e disseram a mesma palavra maldita.
A minha avó brigou comigo um dia e disse que eu tinha um caso com a minha melhor amiga e disse a mesma palavra maldita.
Eu estava no jardim e ouvi a minha avó comentar com a minha tia avó que eu era isso aí.
Eu adaptei um clássico do Teatro para ouvir muitas vezes esta palavra até me acostumar com ela e rir dela.
Estava cansada de ser chamada disto o tempo todo nas brigas dentro de casa. Eu me cansei de negar um milhão de vezes esta merda toda.
Agora esta palavra não me diz mais nada, agora sou julgada por outros motivos, nenhuma pessoa tem mais este direito!
Mas eu era só uma criança! Já não bastava o inferno dentro de mim, já não era pouco eu me culpar, tentar mudar, me conter para não deixar emergir?
Eu queria ter um espacinho...um tempinho de infância tranquila, eu nunca mais queria ter medo de me apaixonar e o meu olhar me delatar...
Aí virei a estranha, agredia para desviar os olhares, eu tinha que ser a rebelde sem cura para não olharem tão de perto para mim.
Sinto vergonha dos rapazes que usei para me esconder.
A coisa mais triste deste mundo é ter vergonha dos próprios sentimentos. Ter vergonha de dar carinho é a coisa mais podre que existe.
E só mais uma coisa, você pode ler quantos livros encontrar pela frente, mas tarde da noite vem uma solidão tão grande que, nem abraçando forte todos eles, você será capaz de se sentir protegido.
Se houver alguma garotinha assim na sua rua, não olhe tanto assim para ela, deixe ela brincar, de noite você nem sabe, mas ela chora por não entender a razão de gostar mais da amiguinha do que do pedrinho bom de futebol. Ela não sabe direito o que sente, mas já tem certeza dentro da cabecinha dela, que isso é errado.
Ela já tem problemas demais, deixe ela correr, deixe ela ser menina, menino, os dois, deixe ela ser criança.
Ninguém
Tem coisas nesta vida que demoramos muito tempo para avaliarmos o tamanho.
Uma amizade é como gostar de Ópera, vamos nos apaixonar por ela, ou vamos detestar e ver como algo insuportável.
Este é o amigo que nestes últimos tempos tem aguentado o rojão! Mas nem sempre foi assim, tão exaustivo para ele. E sei que por sabermos destes tempos outros, tenho o direito de ser por vezes, um fardozinho tristonho e resmungão.
Eu o conheci menino, nunca menino demais, mas era um garoto ainda.
Estava no quarto escrevendo e ouvia a voz dele, vinha da sala, ele falava de vídeo game com o meu irmão, creio que o convidei a sentar-se e ouvir enquanto eu lia o que tinha escrito, ele se sentou e conversamos um pouco, com o tempo nossas conversas foram se tornando cada vez mais frequentes, foi aumentando, aumentando, aumentando e junto com nossas conversas, nossas realidades foram mudando.
Ele me via dedicar todo o tempo à Filosofia. Neste tempo eu admirava seus pés muito brancos e limpos, suas roupas impecáveis e um senso de responsabilidade apenas comparado ao dos anjos que zelam por nós, ainda que contra a nossa vontade.
Era como um anjo, um lindo anjinho...sábio, moderado, elegante e curioso.
Ele passou num teste e começou a fazer um curso que mais tarde fez com que aos 15 anos já tivesse um emprego.
Camisas bem passadas, gravata combinando, sapatos e um jeito de pequeno Homem.
Mas ele quase nunca gargalhava, como o infernal Mozart em "Amadeus".
Ninguém, existe uma sensibilidade diferente?
Não sei Manú, as vezes penso sobre isso...
Conte comigo, seja o que for!
Somos o cúmulo da vaidade! Ele me inspira coragem.
Eu me emociono ao saber com real certeza que, só das minhas virtudes ele se apropriou. Esperto que é!
Temos gostos em comum, mas EU tenho uma coisa que ele não tem.
Eu tenho a alegria sincera de ver o meu amigo voar alto, este prazer é meu, algo particular.
Ele é o Homem mais gentil que eu já conheci nesta vida, o rapaz mais sincero, nobre, mais filho, mais companheiro...
O Ninguém é como uma lágrima ao ver o sol nascer.
Hoje ele estava meio chatinho, me trouxe um presente, sua presença, me trouxe a "Presença", ficou pouco, ao sair disse que amanhã voltaria para me ver e que tentaria vir mais alegre e bem disposto.
Meu Deus! Ninguém, somos amigos, venha à minha casa como for, venha como estiver, esteja aqui para conversar ou sorrir.
Nunca mais me abrace e chore como naquele dia. Nunca mais tente me desviar da minha tristeza tão velha, nunca mais sorria daquele jeito tão especial, nunca mais seja o meu irmão, nunca mais seja o Homem que eu gostaria de ser, o pai que eu gostaria de ter, o amigo que eu sonharia em ter, a música que eu adoraria ouvir.
Deixe de uma vez por todas de ser o Ninguém, transforme-se em alguém.
Não deixaria Ninguém sozinho. Duvidaria de alguém por causa de Wesley Alves Lacerda.
Amor
Manú
Uma amizade é como gostar de Ópera, vamos nos apaixonar por ela, ou vamos detestar e ver como algo insuportável.
Este é o amigo que nestes últimos tempos tem aguentado o rojão! Mas nem sempre foi assim, tão exaustivo para ele. E sei que por sabermos destes tempos outros, tenho o direito de ser por vezes, um fardozinho tristonho e resmungão.
Eu o conheci menino, nunca menino demais, mas era um garoto ainda.
Estava no quarto escrevendo e ouvia a voz dele, vinha da sala, ele falava de vídeo game com o meu irmão, creio que o convidei a sentar-se e ouvir enquanto eu lia o que tinha escrito, ele se sentou e conversamos um pouco, com o tempo nossas conversas foram se tornando cada vez mais frequentes, foi aumentando, aumentando, aumentando e junto com nossas conversas, nossas realidades foram mudando.
Ele me via dedicar todo o tempo à Filosofia. Neste tempo eu admirava seus pés muito brancos e limpos, suas roupas impecáveis e um senso de responsabilidade apenas comparado ao dos anjos que zelam por nós, ainda que contra a nossa vontade.
Era como um anjo, um lindo anjinho...sábio, moderado, elegante e curioso.
Ele passou num teste e começou a fazer um curso que mais tarde fez com que aos 15 anos já tivesse um emprego.
Camisas bem passadas, gravata combinando, sapatos e um jeito de pequeno Homem.
Mas ele quase nunca gargalhava, como o infernal Mozart em "Amadeus".
Ninguém, existe uma sensibilidade diferente?
Não sei Manú, as vezes penso sobre isso...
Conte comigo, seja o que for!
Somos o cúmulo da vaidade! Ele me inspira coragem.
Eu me emociono ao saber com real certeza que, só das minhas virtudes ele se apropriou. Esperto que é!
Temos gostos em comum, mas EU tenho uma coisa que ele não tem.
Eu tenho a alegria sincera de ver o meu amigo voar alto, este prazer é meu, algo particular.
Ele é o Homem mais gentil que eu já conheci nesta vida, o rapaz mais sincero, nobre, mais filho, mais companheiro...
O Ninguém é como uma lágrima ao ver o sol nascer.
Hoje ele estava meio chatinho, me trouxe um presente, sua presença, me trouxe a "Presença", ficou pouco, ao sair disse que amanhã voltaria para me ver e que tentaria vir mais alegre e bem disposto.
Meu Deus! Ninguém, somos amigos, venha à minha casa como for, venha como estiver, esteja aqui para conversar ou sorrir.
Nunca mais me abrace e chore como naquele dia. Nunca mais tente me desviar da minha tristeza tão velha, nunca mais sorria daquele jeito tão especial, nunca mais seja o meu irmão, nunca mais seja o Homem que eu gostaria de ser, o pai que eu gostaria de ter, o amigo que eu sonharia em ter, a música que eu adoraria ouvir.
Deixe de uma vez por todas de ser o Ninguém, transforme-se em alguém.
Não deixaria Ninguém sozinho. Duvidaria de alguém por causa de Wesley Alves Lacerda.
Amor
Manú
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Alex Capetinha!
Eu estava pensando em como eu o conheci, sei que foi na escola, mas não sei certinho como foi que aconteceu, mas aconteceu e éramos uma dupla muito infernal.
Na escola agente vivia junto, grudado, ele era muito quieto, não era de fazer bagunça, mas curtia um som, lembro que a banda nacional que ele mais gostava era o Rappa, nunca tirava o boné e a mochila...ele morava num bairro diferente do meu, era magrelo, tinha os movimentos lentos e houve um tempo em que todas as meninas da classe queriam ficar com ele. Tinha mania de pixar os cadernos e ficava com a cabeça baixa o tempo todo.
Mas um dia aconteceu, ele me falou do Guns n' Roses, eu conhecia pq. a minha mãe adora esta banda e eu ouvia desde criança...quando eu fiz 15 anos a minha mãe me deu um Diskman e o álbúm duplo do Oasis, além do disco: "Como é que se diz eu te amo" da Legião Urbana, aí cada um ficava com um fone durante as aulas e era assim que as manhãs era ocupadas.
Teve uma vez que fizemos uma prova de História juntos e tiramos 10, ahaha ele ficava falando:
"Um dez, um dez!" Uathatha! Com certeza, tirei um dez! ahahaha.
Ele me chamava de doida as vezes, eu nem ligava muito... e a nossa ocupação maior era pensar num jeito de aniquilar os forrozeiros da cidade...um dia colocamos laxante nas bebidas da festa de final de ano ahahahaha...não soubemos se alguém morreu de cagar, mas o plano e depois executar, nos valeu tanto, que colocamos o nosso amigo doido, José Rodolfo dentro de um carrinho de supermercado e saímos correndo em volta da pracinha da minha rua! O carrinho quase virou com o nosso amigo dentro! risos
Não existia drogas, era uma amizade muito sadia, as nossas mentes eram férteis pra caramba, Agente sempre sonhava em ficar rico para poder acabar com a galera do forró!
A nossa alegria era poder conversar. Sentar na frente da minha casa e na calçada ficar falando das bandas, dos nossos ídolos, eu falava muito e nem deixava ele falar direito!
O meu sonho era poder ir à casa dele, mas a minha avó não deixava, dizia que ele morava num bairro barra pesada.
Alguns fragmentos me surgem agora, de momentos com este amigo...
O nosso trabalho de inglês que fizemos um ritual de magia, os nossos desenhos, quando resolvemos aprender a fórmula de Báskara, eu era muito lenta em matemática e convidamos um CDF para nos ensinar, Silvano Honório (ahahaha), ele era meio afim de mim...ajhahahaha e ele lá nos explicando e eu o Parex aloprando na cara dura!
Fiz o impossível, montei uma peça sobre a juventude do Lennon, nunca vou esquecer, a apresentação foi no dia que o Harrison morreu, nunca vou me esquecer, eu em casa me aprontando para ir para o colégio com parte do cenário e ouvi no rádio que o George tinha morrido...tem coisas que não tem como explicar... mudei a intrudução da apresentação fazendo as devidas considerações sobre o óbito do Beatle místico, acreditem, aquilo foi muito sério!
E o Alex fez o papel do professor do Lennon, foi muito divertido, fomos muito ingênuos obviamente, mas foi uma das coisas mais simples e mais sinceras que já fiz na escola. O Alex decorou as falas, brilhou muito, foi emocionante ver o meu amigo ser tão gigante.
Teve um dia que ele veio me contar que uma pessoa numa banca de revista tinha o tratado mal, e ele repetia: "Mas eu tinha o dinheiro para comprar a revista! Eu tinha o dinheiro para comprar a merda da revista! E a moça lá me pediu para voltar mais tarde, pq o pai dela não estava na banca."
Assim, durante semanas ficamos tramando sobre como destruir a banca de jornal. claro que isso nunca aconteceu, mas pensar em formas e formas de fazer vingança, nos conferia alegria, era divertido, era a nossa forma particular de nos defender das sacanagens que faziam conosco.
Falando nos estudos sobre Báskara, me lembrei que ficamos um fim de semana aguentando o Silvano, pq era preciso salvar as nossas médias em matemática...na segunda, chegamos ao colégio super seguros, com tudo acertado, aprendemos mesmo aquela bosta...a professora entrou na sala e disse que não daria mais a prova naquele dia e que quem tinha nota estava bem, quem não tinha, ia ficar de recuperação nas férias ou dependência no próximo ano. Eu agora não me lembro mais de tudo, mas fiquei revoltada, estava com um estilete, olhava fixamente para ela e sentia o rosto molhar, eu chorava sem dar um pio, e os meus olhos estavam fixos na professora...ela perguntou se eu estava bem...eu não respondi, ela me mandou sair da sala dela, disse que eu era louca e que eu tinha que sair, eu olhei para o Alex, ele mais do que qualquer um sabia do esforço que tive, fui para a diretoria, e nunca vou esquecer da diretora ouvindo eu gritar:
"É assim então! Uma professora promete uma coisa e depois muda de idéia?! Eu preciso ter fé em algo! São os meus mestres, estão aqui para nos dar mais do que frustração e dor! Eu não sou louca, estudei para a prova, até comecei a gostar de matemática! O que estão fazendo comigo??"
Eu nunca mais consegui dedicar o meu tempo à matemática e passava de ano nesta disciplina pq. o meu nome ia para conselho e por ter médias muito altas em outras, eu era aprovada na escola.
O Alex era um roqueiro do bem, tinha uma pasta com coisas do Rappa e um pedaço do cabelo que ele arrancou do Falcão num show que ele foi. Ele sempre me escutou, nunca deixou de ser o que era por isso, agente nunca tinha grana pra nada! Para fazermos um churrasco um dia, eu tive de implorar para a minha avó por dias e dias! Quando deu uma chuva muito forte na cidade e entrou água na minha casa, ele foi lá ajudar a tirar a lama e dizia: "O bom de morar perto do céu é isto".
Um dia já estava meio tarde e tal e ele estava demorando mais do que o normal para ir embora, eu não tinha como deixar ele dormir num dos quartos da minha casa, pq. a minha avó odiava ele no portão, quanto mais dentro de casa! No outro dia ele me contou assustado que estava passando e um cara estava usando um telefone público e passou um cara de carro e deu um tiro na cabeça do cara...eu senti que poderia ter perdido o meu amigo, afinal, armas são um perigo! Mas tão logo começamos a falar das três garotas mais bonitinhas da escola: Denise ( que mais tarde eu soube que ele tb pegou, ahahahah), Gézia e Cidinha. O nosso sonho era ter uma grana e colocar numa placa enorme na frente da escola com a foto das três e embaixo escrito: "Pague duas, leve três." Assim esquecemos da fragilidade de uma vida.
Hoje em dia eu tenho uma pequena noção do que os meus amigos poderão ser bons quando estiverem adultos, mas naquele tempo eu não tinha. Sendo leal ao mergulho que dei para contar isso para vocês, eu digo que nunca vi nos olhos do Alex um sinal de algum talento absoluto para alguma atividade...o talento dele era ser o Alex.
Na escola agente vivia junto, grudado, ele era muito quieto, não era de fazer bagunça, mas curtia um som, lembro que a banda nacional que ele mais gostava era o Rappa, nunca tirava o boné e a mochila...ele morava num bairro diferente do meu, era magrelo, tinha os movimentos lentos e houve um tempo em que todas as meninas da classe queriam ficar com ele. Tinha mania de pixar os cadernos e ficava com a cabeça baixa o tempo todo.
Mas um dia aconteceu, ele me falou do Guns n' Roses, eu conhecia pq. a minha mãe adora esta banda e eu ouvia desde criança...quando eu fiz 15 anos a minha mãe me deu um Diskman e o álbúm duplo do Oasis, além do disco: "Como é que se diz eu te amo" da Legião Urbana, aí cada um ficava com um fone durante as aulas e era assim que as manhãs era ocupadas.
Teve uma vez que fizemos uma prova de História juntos e tiramos 10, ahaha ele ficava falando:
"Um dez, um dez!" Uathatha! Com certeza, tirei um dez! ahahaha.
Ele me chamava de doida as vezes, eu nem ligava muito... e a nossa ocupação maior era pensar num jeito de aniquilar os forrozeiros da cidade...um dia colocamos laxante nas bebidas da festa de final de ano ahahahaha...não soubemos se alguém morreu de cagar, mas o plano e depois executar, nos valeu tanto, que colocamos o nosso amigo doido, José Rodolfo dentro de um carrinho de supermercado e saímos correndo em volta da pracinha da minha rua! O carrinho quase virou com o nosso amigo dentro! risos
Não existia drogas, era uma amizade muito sadia, as nossas mentes eram férteis pra caramba, Agente sempre sonhava em ficar rico para poder acabar com a galera do forró!
A nossa alegria era poder conversar. Sentar na frente da minha casa e na calçada ficar falando das bandas, dos nossos ídolos, eu falava muito e nem deixava ele falar direito!
O meu sonho era poder ir à casa dele, mas a minha avó não deixava, dizia que ele morava num bairro barra pesada.
Alguns fragmentos me surgem agora, de momentos com este amigo...
O nosso trabalho de inglês que fizemos um ritual de magia, os nossos desenhos, quando resolvemos aprender a fórmula de Báskara, eu era muito lenta em matemática e convidamos um CDF para nos ensinar, Silvano Honório (ahahaha), ele era meio afim de mim...ajhahahaha e ele lá nos explicando e eu o Parex aloprando na cara dura!
Fiz o impossível, montei uma peça sobre a juventude do Lennon, nunca vou esquecer, a apresentação foi no dia que o Harrison morreu, nunca vou me esquecer, eu em casa me aprontando para ir para o colégio com parte do cenário e ouvi no rádio que o George tinha morrido...tem coisas que não tem como explicar... mudei a intrudução da apresentação fazendo as devidas considerações sobre o óbito do Beatle místico, acreditem, aquilo foi muito sério!
E o Alex fez o papel do professor do Lennon, foi muito divertido, fomos muito ingênuos obviamente, mas foi uma das coisas mais simples e mais sinceras que já fiz na escola. O Alex decorou as falas, brilhou muito, foi emocionante ver o meu amigo ser tão gigante.
Teve um dia que ele veio me contar que uma pessoa numa banca de revista tinha o tratado mal, e ele repetia: "Mas eu tinha o dinheiro para comprar a revista! Eu tinha o dinheiro para comprar a merda da revista! E a moça lá me pediu para voltar mais tarde, pq o pai dela não estava na banca."
Assim, durante semanas ficamos tramando sobre como destruir a banca de jornal. claro que isso nunca aconteceu, mas pensar em formas e formas de fazer vingança, nos conferia alegria, era divertido, era a nossa forma particular de nos defender das sacanagens que faziam conosco.
Falando nos estudos sobre Báskara, me lembrei que ficamos um fim de semana aguentando o Silvano, pq era preciso salvar as nossas médias em matemática...na segunda, chegamos ao colégio super seguros, com tudo acertado, aprendemos mesmo aquela bosta...a professora entrou na sala e disse que não daria mais a prova naquele dia e que quem tinha nota estava bem, quem não tinha, ia ficar de recuperação nas férias ou dependência no próximo ano. Eu agora não me lembro mais de tudo, mas fiquei revoltada, estava com um estilete, olhava fixamente para ela e sentia o rosto molhar, eu chorava sem dar um pio, e os meus olhos estavam fixos na professora...ela perguntou se eu estava bem...eu não respondi, ela me mandou sair da sala dela, disse que eu era louca e que eu tinha que sair, eu olhei para o Alex, ele mais do que qualquer um sabia do esforço que tive, fui para a diretoria, e nunca vou esquecer da diretora ouvindo eu gritar:
"É assim então! Uma professora promete uma coisa e depois muda de idéia?! Eu preciso ter fé em algo! São os meus mestres, estão aqui para nos dar mais do que frustração e dor! Eu não sou louca, estudei para a prova, até comecei a gostar de matemática! O que estão fazendo comigo??"
Eu nunca mais consegui dedicar o meu tempo à matemática e passava de ano nesta disciplina pq. o meu nome ia para conselho e por ter médias muito altas em outras, eu era aprovada na escola.
O Alex era um roqueiro do bem, tinha uma pasta com coisas do Rappa e um pedaço do cabelo que ele arrancou do Falcão num show que ele foi. Ele sempre me escutou, nunca deixou de ser o que era por isso, agente nunca tinha grana pra nada! Para fazermos um churrasco um dia, eu tive de implorar para a minha avó por dias e dias! Quando deu uma chuva muito forte na cidade e entrou água na minha casa, ele foi lá ajudar a tirar a lama e dizia: "O bom de morar perto do céu é isto".
Um dia já estava meio tarde e tal e ele estava demorando mais do que o normal para ir embora, eu não tinha como deixar ele dormir num dos quartos da minha casa, pq. a minha avó odiava ele no portão, quanto mais dentro de casa! No outro dia ele me contou assustado que estava passando e um cara estava usando um telefone público e passou um cara de carro e deu um tiro na cabeça do cara...eu senti que poderia ter perdido o meu amigo, afinal, armas são um perigo! Mas tão logo começamos a falar das três garotas mais bonitinhas da escola: Denise ( que mais tarde eu soube que ele tb pegou, ahahahah), Gézia e Cidinha. O nosso sonho era ter uma grana e colocar numa placa enorme na frente da escola com a foto das três e embaixo escrito: "Pague duas, leve três." Assim esquecemos da fragilidade de uma vida.
Hoje em dia eu tenho uma pequena noção do que os meus amigos poderão ser bons quando estiverem adultos, mas naquele tempo eu não tinha. Sendo leal ao mergulho que dei para contar isso para vocês, eu digo que nunca vi nos olhos do Alex um sinal de algum talento absoluto para alguma atividade...o talento dele era ser o Alex.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Eu nem sei mais o quanto vale!
Hoje é um dia horrível, mas estou escrevendo para dar começo à uma série de estórias que quero muito levar até o final em detalhes.
Prometi e devo cumprir. Vou colocar alguns relatos dos anos anteriores a minha maior idade.
Hoje eu nem devo começar, estou com a mente carregada de más idéias e isso iria prejudicar o que afirmei acima.
Espero que seja um prazer para os leitores. Espero que seja bom para mim também!
Amor
Emanoelly
Prometi e devo cumprir. Vou colocar alguns relatos dos anos anteriores a minha maior idade.
Hoje eu nem devo começar, estou com a mente carregada de más idéias e isso iria prejudicar o que afirmei acima.
Espero que seja um prazer para os leitores. Espero que seja bom para mim também!
Amor
Emanoelly
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Perguntas sobre o Paraná
Quando vc me ligou falando que estava indo para Maringá, eu juro, nem acreditei. Como foi lá? Antes de chegar, durante e o que ficou da passada que vc deu por lá?
E: A idéia de ir, foi no susto, eu resolvi que ia, disse para a menina lá que eu ia e de repente estava preparando tudo. Claro, aquela coisa de pensar...Nossa mas será que eu devo ir? Será que vão gostar da minha cara de pau de sair de SP e ir sem mais ou menos programar...
De maneira geral eu adorei, muito calor, o calor me deixa desesperada, mas estava um clima ótimo, os rapazes são muito gentis, as meninas são super agradáveis. Assim, eu já fui daqui pensando em enfiar o pé na jaca, muito cigarro, um black para relaxar, me diverti muito, me surpreendi positivamente com as pessoas de lá, educados, finos e da paz...
Andei pra caralho pq era feriado e tal...e aquele sol. Eu pensava que o Paraná era inteiro gelado, clima europeu, mas nem isso fez com que eu resolvesse que o passeio fosse uma coisa idiota.
Conversamos, bebemos muito mesmo, O João deixou a casa dele ser a minha segunda casa.
Cara, não teve nada, nada mesmo que tenha me chateado ali.
Foi uma ótima experiência!
Internet é super legal, mas estár próximo de verdade das pessoas e sentir a vibração positiva de descobrir coisas novas, isso não tem como descrever plenamente.
Claro, a maioria do pessoal era menor de idade, isso preocupava, mas é um pessoal muito tranquilo e isso foi determinante para que a minha estada lá tenha sido tão discreta e moderada.
E: A idéia de ir, foi no susto, eu resolvi que ia, disse para a menina lá que eu ia e de repente estava preparando tudo. Claro, aquela coisa de pensar...Nossa mas será que eu devo ir? Será que vão gostar da minha cara de pau de sair de SP e ir sem mais ou menos programar...
De maneira geral eu adorei, muito calor, o calor me deixa desesperada, mas estava um clima ótimo, os rapazes são muito gentis, as meninas são super agradáveis. Assim, eu já fui daqui pensando em enfiar o pé na jaca, muito cigarro, um black para relaxar, me diverti muito, me surpreendi positivamente com as pessoas de lá, educados, finos e da paz...
Andei pra caralho pq era feriado e tal...e aquele sol. Eu pensava que o Paraná era inteiro gelado, clima europeu, mas nem isso fez com que eu resolvesse que o passeio fosse uma coisa idiota.
Conversamos, bebemos muito mesmo, O João deixou a casa dele ser a minha segunda casa.
Cara, não teve nada, nada mesmo que tenha me chateado ali.
Foi uma ótima experiência!
Internet é super legal, mas estár próximo de verdade das pessoas e sentir a vibração positiva de descobrir coisas novas, isso não tem como descrever plenamente.
Claro, a maioria do pessoal era menor de idade, isso preocupava, mas é um pessoal muito tranquilo e isso foi determinante para que a minha estada lá tenha sido tão discreta e moderada.
domingo, 23 de novembro de 2008
Um dia depois do outro
Tive de pensar nele por um dia inteiro para depois sentar aqui e tentar tornar imortal a estada dele ao meu lado.
O Foffy parou de sorrir no dia 21 de novembro de 2008, a casa ficou chata, é menos um ser vivo para eu me preocupar, é menos uma garantia de que tenho uma razão para voltar para casa cedo.
Um amigo a menos. Um a zero para mim.
A pizza favorita dele era de frango com catupiry, ele até mordia as azeitonas e deixava o caroço.
A ração que ele gostava era a Pedigree vegetais e nunca fazia xixi dentro de casa, era um cavalheiro...
O resto do que sei sobre você meu amiguinho, vou guardar só pra mim.
Não falo mais sobre isso.
O Foffy parou de sorrir no dia 21 de novembro de 2008, a casa ficou chata, é menos um ser vivo para eu me preocupar, é menos uma garantia de que tenho uma razão para voltar para casa cedo.
Um amigo a menos. Um a zero para mim.
A pizza favorita dele era de frango com catupiry, ele até mordia as azeitonas e deixava o caroço.
A ração que ele gostava era a Pedigree vegetais e nunca fazia xixi dentro de casa, era um cavalheiro...
O resto do que sei sobre você meu amiguinho, vou guardar só pra mim.
Não falo mais sobre isso.
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Eu só faço tentar.
Numa noite como esta, fria, na temperatura que mais gosto, no cômodo do lugar que lentamente fui rotulando de lar, eu penso nas minhas coisinhas...
Vou juntando cacos de informações que recebi durante o dia, evitando também lembranças que me machucam, tentando não acordar desde meu sono tão caro...refletindo sobre o meu próprio ato de refletir, escapando de uma imagem que sempre me ocorre desde que era criança...uma enorme bola de concreto que vai me apertando contra a parede. E eu nunca fui até o fim com isto, sempre me sacudo afim de parar de pensar na enorme esfera que me esmaga, sempre assim, quando eu deveria mesmo era deixar ela fazer o que fora projetada para fazer, não limitando tanto assim esta nova experiência.
As drogas são tão necessárias que tiram o sono, reviram o estômago, alteram o meu paladar, me custam todo o dinheiro que junto, tem sido assim, vez ou outra me presenteio com algo diferente, e quando tenho tal objeto, não vejo graça, entrego a quem passa, não faz mais sentido nada disto.
E o sorriso sai forçado, a boca amarga, o ar que entra devagar e com custo aos meus pulmões só me revela os restinhos de minha completa falta de controle.
Não me excito mais, atos de violência não são pensados, recusas são feitas com um leve aceno de cabeça, nem reclamar consigo. Tá tudo muito bom para mim.
Existem pessoas que não estão neste mundo para procriar, ter dinheiro em bancos, roubar ou matar por amor, assistir TV, ter time de futebol, comer pipoca no cinema, ir ao cinema.
Tem gente que nasce maldita!
E os seus escritos tornam-se teses de mestrado, são temas de debates, são censurados!
Os amores são todos impossíveis, esta condição de impossibilidade é o que alimenta uma melancolia que produz trabalhos muito bonitos, emocionam...a alegria não desafia ninguém!
A dor acomete os que observam o seu resultado, transforma um dia de chuva em uma paisagem mórbidamente cativante.
Não é caso para procurar um médico que certemente vai receitar mais drogas, não é o caso de ficar de canto numa festa para chamar a atenção de todos para a angústia latente.
Não é o caso de sorrir para o sol e pensar em coisas positivas e caminhar. A festa sempre será vista como uma manifestação insana de uma alegria que não é felicidade, assim como o sol será entendido como uma estrela que não brilha o suficiente ao ponto de me inundar de contentamento.
Creio que Homero é mais conhecido do que Aristófanes!
Um cigarro me ajuda agora, as demais substâncias não fazem mais o efeito esperado, quem sabe seja pelo fato de eu nunca estár contente.
Neste momento sou sincera em afirmar que sou a melhor companhia para mim.
Não existe conversa mais profunda e reveladora, do que a que temos conosco. Ainda que nos mostre uns detalhes de egoísmos mais originais.
Observo o meu tempo e o que vejo me deixa profundamente pasma. O tipo de debilidade que não me arranca da face, uma expressão.
Eu não sei mais como lutar.
E não quero mais que me mostrem como.
Vou juntando cacos de informações que recebi durante o dia, evitando também lembranças que me machucam, tentando não acordar desde meu sono tão caro...refletindo sobre o meu próprio ato de refletir, escapando de uma imagem que sempre me ocorre desde que era criança...uma enorme bola de concreto que vai me apertando contra a parede. E eu nunca fui até o fim com isto, sempre me sacudo afim de parar de pensar na enorme esfera que me esmaga, sempre assim, quando eu deveria mesmo era deixar ela fazer o que fora projetada para fazer, não limitando tanto assim esta nova experiência.
As drogas são tão necessárias que tiram o sono, reviram o estômago, alteram o meu paladar, me custam todo o dinheiro que junto, tem sido assim, vez ou outra me presenteio com algo diferente, e quando tenho tal objeto, não vejo graça, entrego a quem passa, não faz mais sentido nada disto.
E o sorriso sai forçado, a boca amarga, o ar que entra devagar e com custo aos meus pulmões só me revela os restinhos de minha completa falta de controle.
Não me excito mais, atos de violência não são pensados, recusas são feitas com um leve aceno de cabeça, nem reclamar consigo. Tá tudo muito bom para mim.
Existem pessoas que não estão neste mundo para procriar, ter dinheiro em bancos, roubar ou matar por amor, assistir TV, ter time de futebol, comer pipoca no cinema, ir ao cinema.
Tem gente que nasce maldita!
E os seus escritos tornam-se teses de mestrado, são temas de debates, são censurados!
Os amores são todos impossíveis, esta condição de impossibilidade é o que alimenta uma melancolia que produz trabalhos muito bonitos, emocionam...a alegria não desafia ninguém!
A dor acomete os que observam o seu resultado, transforma um dia de chuva em uma paisagem mórbidamente cativante.
Não é caso para procurar um médico que certemente vai receitar mais drogas, não é o caso de ficar de canto numa festa para chamar a atenção de todos para a angústia latente.
Não é o caso de sorrir para o sol e pensar em coisas positivas e caminhar. A festa sempre será vista como uma manifestação insana de uma alegria que não é felicidade, assim como o sol será entendido como uma estrela que não brilha o suficiente ao ponto de me inundar de contentamento.
Creio que Homero é mais conhecido do que Aristófanes!
Um cigarro me ajuda agora, as demais substâncias não fazem mais o efeito esperado, quem sabe seja pelo fato de eu nunca estár contente.
Neste momento sou sincera em afirmar que sou a melhor companhia para mim.
Não existe conversa mais profunda e reveladora, do que a que temos conosco. Ainda que nos mostre uns detalhes de egoísmos mais originais.
Observo o meu tempo e o que vejo me deixa profundamente pasma. O tipo de debilidade que não me arranca da face, uma expressão.
Eu não sei mais como lutar.
E não quero mais que me mostrem como.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Mascotinha...linda! Linda mesmo!
Quando a vi pessoalmente, soube de seus ossos fortes de menina bem tratada, corpo avantajado por conta de uma alimentação repleta de mimos...mas tão logo, por de trás desta impressão de ser apenas uma mimada, ela passou a ser como o olhar que deixou perdidamente louco de desejo o tão fraco Pedro da Maia, Eça saberia falar melhor da minha estada no Paraná!
Não sei de propositalmente, já que no cúmulo de minha sinceridade estúpida, eu revelei há tempos o que nossas conversas me provocavam além do deleite de ter uma garota tão jovem em tão alta conta...
Enquanto os seus jovens amigos tentavam de todas as formas conquistar minha atenção com gracejos e conversas tão belas e divertidas, as brincadeiras vão tomando proporções cada vez maiores...ela lá, à um canto, com um dos meus cigarros na boca, soltando aquela fumaça.
Será que só na minha cabeça aqueles gestos eram tão sensuais?
E aquele olhos negros, as vezes no meio da conversa em roda eu me perdia por conta deles...
Como assim me perdia??!!!
Tenho 22 anos, sei que posso ter um jeito muito estranho, mas ser mais velha me confere uma certa vantagem...mas não! Estava ali por causa dela!
Ela cada vez mais olhava dentro da minha alma, nem sei se era me enlouquecer o motivo dela olhar assim para mim!
Bebia. bebia mais, passava na avenida chamando a atenção dos carros, típico da idade!
E o meu ciúmes tomando absurdas proporções!!
Perguntei certa hora se ela estava consciente das coisas que fazia?
Ela disse que estava...aquele diálogo não deveria ter acabo ali, comigo sentada longe, dizendo ah tá.
As músicas que ela canta quando bebe muito, ou nem bebe tanto...são de rimas óbvias, de ritmos acelerados, mas até que estava bom! Se fosse uma música mais sensualmente bem composta, Deus, nem saberia como me controlar! Mas ela tinha bebido muito, mas ela tem só 16 anos, gosta de um babaca que nunca deve ter lido um livro na vida, se leu nem saberia fazer um resumo das partes que amarram o texto. Ela chorou por ele ao ler uma carta, chorou por um idiota!
E sei que aquele olhar a confere um assédio que ela odeia! E quando o dia foi terminando, a madrugada também, ela fumou um último cigarro ainda deitada, eu estava deitada no chão perto o bastante para ouvir sua respiração, ela se deitou de lado de sainha, eu poderia ter me levantado e tentado algo, tentei conversar, ela dormia profundamente e nem deve ter ouvido eu dizer obrigado, eu disse uns 500 obrigados por tudo...mas ai, no escuro daquela sala, eu me senti mal por olhar assim para uma mocinha...e nunca, nunca poderia me aproveitar dela bêbada, ou dormindo com sua sainha, fui até a minha mochila, peguei a minha jaqueta e cobri suas pernas pois o resto da madrugada até o nascer do sol, poderia ser frio para ela.
Ela se trocou para saírmos anoite, ela sentava com as pernas abertas por descuído, eu não olhei como os tarados olham, avisava para fechar as pernas!
O meu sentimento era assim, de admiração plena e buscando a bela e mais poética forma de admirar alguém...
Tinha todo o seu corpo, tinha os seus atos juvenis de rebeldia, tinha o fato de ter bebido tanto, tinha o fato de eu ser de fora e isso poder apresentar algum atrativo...sei lá.
O meu presente para ela, eu não levei, a Peça que escrevo em sua homenagem...mas como eu poderia entregar o meu trabalho tão detalhado e dedicado à elevar sua beleza, se não tinha sentido a insanidade que aquele olhar pode causar à uma pessoa fraca como EU?!
Quero aquele olhar para compor a personagem que apelidei com uma palavra que ela gosta...quero também que depois de ter Mozart na trilha sonora, quando as cortinas forem erguidas, que uma das suas músicas favoritas, ainda que tão elementar, seja ecoada por todo o teatro.
Aqueles olhos me levam a crer que era cedo demais terminar um trabalho que além de fazer exaltação de uma beleza tão discreta, era para libertar minha alma dos tormentos de querer tanto alguém que nem precisa dormir comigo ou revelar suas formas ficando nua só para mim.
Um beijo, um único beijo e depois dele, eu estaria fadada a dar um tiro no coração e a chorar com loucura por todo um inverno, primavera, verão e outono.
E quando eu brincava e ela olhou sério para mim e perguntou o que eu queria...eu pensei em pedir este beijo...ainda penso neste beijo, no olhar que a dona deste beijo tem...mas prefiro eu, fazer a pergunta:
O que você quer?
Pede o que for, se olhar com admiração e vontade para um dos pontos turísticos de Maringá, arranco e te levo numa caixa de presentes, com um cartão bonito escrito em letras douradas, em papel elegante, ou banco a óbvia também, monto uma banda de rock e dedico meu CD óbvio de rock à você.
No fim do passeio, um abraço rápido eu dei, tive medo de tremer muito e ela notar.
Se bem que se ela notar, isso é realmente o que menos me importa!
Mas desejo é sempre desejo. Todavia se ela não quer sair nunca da louca e divertida atividade de me olhar daquele jeito, eu me contento em nutrir uma amizade e a certeza de que ela dormiu ao meu lado de sainha e mesmo assim, fui de uma elegância digna dos Templários e velei por seu sono e minha mão nunca, nunca tocou seu corpo como os idiotas que ela tanto odeia.
Só dentro de mim, aquele olhar da minha mascotinha foi só meu.
Não sei de propositalmente, já que no cúmulo de minha sinceridade estúpida, eu revelei há tempos o que nossas conversas me provocavam além do deleite de ter uma garota tão jovem em tão alta conta...
Enquanto os seus jovens amigos tentavam de todas as formas conquistar minha atenção com gracejos e conversas tão belas e divertidas, as brincadeiras vão tomando proporções cada vez maiores...ela lá, à um canto, com um dos meus cigarros na boca, soltando aquela fumaça.
Será que só na minha cabeça aqueles gestos eram tão sensuais?
E aquele olhos negros, as vezes no meio da conversa em roda eu me perdia por conta deles...
Como assim me perdia??!!!
Tenho 22 anos, sei que posso ter um jeito muito estranho, mas ser mais velha me confere uma certa vantagem...mas não! Estava ali por causa dela!
Ela cada vez mais olhava dentro da minha alma, nem sei se era me enlouquecer o motivo dela olhar assim para mim!
Bebia. bebia mais, passava na avenida chamando a atenção dos carros, típico da idade!
E o meu ciúmes tomando absurdas proporções!!
Perguntei certa hora se ela estava consciente das coisas que fazia?
Ela disse que estava...aquele diálogo não deveria ter acabo ali, comigo sentada longe, dizendo ah tá.
As músicas que ela canta quando bebe muito, ou nem bebe tanto...são de rimas óbvias, de ritmos acelerados, mas até que estava bom! Se fosse uma música mais sensualmente bem composta, Deus, nem saberia como me controlar! Mas ela tinha bebido muito, mas ela tem só 16 anos, gosta de um babaca que nunca deve ter lido um livro na vida, se leu nem saberia fazer um resumo das partes que amarram o texto. Ela chorou por ele ao ler uma carta, chorou por um idiota!
E sei que aquele olhar a confere um assédio que ela odeia! E quando o dia foi terminando, a madrugada também, ela fumou um último cigarro ainda deitada, eu estava deitada no chão perto o bastante para ouvir sua respiração, ela se deitou de lado de sainha, eu poderia ter me levantado e tentado algo, tentei conversar, ela dormia profundamente e nem deve ter ouvido eu dizer obrigado, eu disse uns 500 obrigados por tudo...mas ai, no escuro daquela sala, eu me senti mal por olhar assim para uma mocinha...e nunca, nunca poderia me aproveitar dela bêbada, ou dormindo com sua sainha, fui até a minha mochila, peguei a minha jaqueta e cobri suas pernas pois o resto da madrugada até o nascer do sol, poderia ser frio para ela.
Ela se trocou para saírmos anoite, ela sentava com as pernas abertas por descuído, eu não olhei como os tarados olham, avisava para fechar as pernas!
O meu sentimento era assim, de admiração plena e buscando a bela e mais poética forma de admirar alguém...
Tinha todo o seu corpo, tinha os seus atos juvenis de rebeldia, tinha o fato de ter bebido tanto, tinha o fato de eu ser de fora e isso poder apresentar algum atrativo...sei lá.
O meu presente para ela, eu não levei, a Peça que escrevo em sua homenagem...mas como eu poderia entregar o meu trabalho tão detalhado e dedicado à elevar sua beleza, se não tinha sentido a insanidade que aquele olhar pode causar à uma pessoa fraca como EU?!
Quero aquele olhar para compor a personagem que apelidei com uma palavra que ela gosta...quero também que depois de ter Mozart na trilha sonora, quando as cortinas forem erguidas, que uma das suas músicas favoritas, ainda que tão elementar, seja ecoada por todo o teatro.
Aqueles olhos me levam a crer que era cedo demais terminar um trabalho que além de fazer exaltação de uma beleza tão discreta, era para libertar minha alma dos tormentos de querer tanto alguém que nem precisa dormir comigo ou revelar suas formas ficando nua só para mim.
Um beijo, um único beijo e depois dele, eu estaria fadada a dar um tiro no coração e a chorar com loucura por todo um inverno, primavera, verão e outono.
E quando eu brincava e ela olhou sério para mim e perguntou o que eu queria...eu pensei em pedir este beijo...ainda penso neste beijo, no olhar que a dona deste beijo tem...mas prefiro eu, fazer a pergunta:
O que você quer?
Pede o que for, se olhar com admiração e vontade para um dos pontos turísticos de Maringá, arranco e te levo numa caixa de presentes, com um cartão bonito escrito em letras douradas, em papel elegante, ou banco a óbvia também, monto uma banda de rock e dedico meu CD óbvio de rock à você.
No fim do passeio, um abraço rápido eu dei, tive medo de tremer muito e ela notar.
Se bem que se ela notar, isso é realmente o que menos me importa!
Mas desejo é sempre desejo. Todavia se ela não quer sair nunca da louca e divertida atividade de me olhar daquele jeito, eu me contento em nutrir uma amizade e a certeza de que ela dormiu ao meu lado de sainha e mesmo assim, fui de uma elegância digna dos Templários e velei por seu sono e minha mão nunca, nunca tocou seu corpo como os idiotas que ela tanto odeia.
Só dentro de mim, aquele olhar da minha mascotinha foi só meu.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Um dia comum
Estas coisas de namorar e ter alguém, por vezes me faz falta.
Não só no sentido de ter alguém para transar...não!
Estou falando de alguém especial para conversar, para dormir junto.
Só dormir. Sem precisar fazer nada demais.
Ver TV, deitar no sofá e ficar horas com as mãos no cabelo deste alguém, fazer carinho nas mãos...
Nada de disputas, ou tramas dignas de um filme de romance impossível.
Eu sinto um amor muito grande por alguém que oficilmente não saiu da minha vida. Nos telefonamos com frequência, estes dias saímos para conversar, foi maravilhoso.
Descobrindo numa tarde muito agradável quais são nossos pequenos defeitos, nossas grandes mentiras...fazendo planos para uma vida em comum quando eu resolver crescer um pouco.
Caminhamos um pouco também, falamos em Van Gogh, nosso pintor predileto, nosso assunto sempre recorrente...
Perguntei se ela acreditava que as grandes obras são como frutos de uma vivência doente do artista, ela me respondeu que é possível, mas que quer sempre acreditar que as coisas podem ser boas e alegres.
Eu me enamoro facilmente por tudo aquilo que acaricia a minha sensibilidade, tanto que me vejo perdidamente apaixonada de repente por uma gentileza, por uma atenção conferida a minha pessoa, por um sorriso sincero de alguém simples...
Mas ela...ela provocou o que há de melhor e pior em mim.
Me fez ter ambição, me fez deprimida, me fez revoltada, me fez aprontar cenas típicas de pessoas apaixonadas e piegas...me fez amar com calma, me ensinou a fazer amor com jeitinho, sorriu pra mim quando eu errei ao beijá-la, brincou dizendo que era normal, afinal sou tão imatura...
Ela falou de relacionamentos passados só para me provocar ciúmes.
Eu caí em sua armadilha e senti a cólera de ter alguém que julgava ser tocado só por mim, mas que fora de outros. E tive de entender que aquele sorriso já foi para mais alguém além de mim.
Tem amigos, assim como tem lugares, que temos absoluta certeza de que nunca mais esqueceremos.
E tem o amor... Tem o primeiro que guardamos com carinho por ter sido o alavancar de novas sensações; tem o último, aquele que temos absoluta certeza de que, não vai ser possível, nem que variando bastante, não saber que não importa quantas vezes encontraremos olhares penetrantes e sedutores, no meio de uma multidão que nos ame, sempre faltará esta pessoa que de tão junto de nós, por alguns segundos teve o coração nosso na palma das mãos.
Não só no sentido de ter alguém para transar...não!
Estou falando de alguém especial para conversar, para dormir junto.
Só dormir. Sem precisar fazer nada demais.
Ver TV, deitar no sofá e ficar horas com as mãos no cabelo deste alguém, fazer carinho nas mãos...
Nada de disputas, ou tramas dignas de um filme de romance impossível.
Eu sinto um amor muito grande por alguém que oficilmente não saiu da minha vida. Nos telefonamos com frequência, estes dias saímos para conversar, foi maravilhoso.
Descobrindo numa tarde muito agradável quais são nossos pequenos defeitos, nossas grandes mentiras...fazendo planos para uma vida em comum quando eu resolver crescer um pouco.
Caminhamos um pouco também, falamos em Van Gogh, nosso pintor predileto, nosso assunto sempre recorrente...
Perguntei se ela acreditava que as grandes obras são como frutos de uma vivência doente do artista, ela me respondeu que é possível, mas que quer sempre acreditar que as coisas podem ser boas e alegres.
Eu me enamoro facilmente por tudo aquilo que acaricia a minha sensibilidade, tanto que me vejo perdidamente apaixonada de repente por uma gentileza, por uma atenção conferida a minha pessoa, por um sorriso sincero de alguém simples...
Mas ela...ela provocou o que há de melhor e pior em mim.
Me fez ter ambição, me fez deprimida, me fez revoltada, me fez aprontar cenas típicas de pessoas apaixonadas e piegas...me fez amar com calma, me ensinou a fazer amor com jeitinho, sorriu pra mim quando eu errei ao beijá-la, brincou dizendo que era normal, afinal sou tão imatura...
Ela falou de relacionamentos passados só para me provocar ciúmes.
Eu caí em sua armadilha e senti a cólera de ter alguém que julgava ser tocado só por mim, mas que fora de outros. E tive de entender que aquele sorriso já foi para mais alguém além de mim.
Tem amigos, assim como tem lugares, que temos absoluta certeza de que nunca mais esqueceremos.
E tem o amor... Tem o primeiro que guardamos com carinho por ter sido o alavancar de novas sensações; tem o último, aquele que temos absoluta certeza de que, não vai ser possível, nem que variando bastante, não saber que não importa quantas vezes encontraremos olhares penetrantes e sedutores, no meio de uma multidão que nos ame, sempre faltará esta pessoa que de tão junto de nós, por alguns segundos teve o coração nosso na palma das mãos.
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Sim!
Qual que é?!
Ser Humano atrai, o cheiro pode ser bom ou não. O gosto pode variar, assim sendo, qual é
o grilo em variar também?
Para odiar somos tão bons!
Para amar, tocar, desejar, parece tão complicado...
Já é tempo de abrir a cabeça.
Temos de dizer que somos algo para nos afirmarmos no mundo, trabalhar caladinho, não ser muito criativo, não questionar...apenas repetir, melhor se for com os ouvidos desligados.
Mas no meu corpo mando eu!
Eu tenho o direito de desejar o que eu quiser!
O mais legal nesta vida, é sentir tranquilidade em se ser o que é.
Boca é boca aqui e no Japão!
Bunda é bunda!
Vagina!
Sim...vaginas! O que não somos capazes de fazer por uma?!
Pau!
Pau na boca, pau na frente, pau de lado, pau ereto, pau quieto...simplesmente pau.
Deixa de agredir o outro e dá muito!
Dá o que a natureza deu!
Chupa, mas chupa mesmo, chupa com gosto, lambe depois...
E depois de tudo, se ama, diz que ama, se foi ruim, evita uma próxima.
Ser Humano atrai, o cheiro pode ser bom ou não. O gosto pode variar, assim sendo, qual é
o grilo em variar também?
Para odiar somos tão bons!
Para amar, tocar, desejar, parece tão complicado...
Já é tempo de abrir a cabeça.
Temos de dizer que somos algo para nos afirmarmos no mundo, trabalhar caladinho, não ser muito criativo, não questionar...apenas repetir, melhor se for com os ouvidos desligados.
Mas no meu corpo mando eu!
Eu tenho o direito de desejar o que eu quiser!
O mais legal nesta vida, é sentir tranquilidade em se ser o que é.
Boca é boca aqui e no Japão!
Bunda é bunda!
Vagina!
Sim...vaginas! O que não somos capazes de fazer por uma?!
Pau!
Pau na boca, pau na frente, pau de lado, pau ereto, pau quieto...simplesmente pau.
Deixa de agredir o outro e dá muito!
Dá o que a natureza deu!
Chupa, mas chupa mesmo, chupa com gosto, lambe depois...
E depois de tudo, se ama, diz que ama, se foi ruim, evita uma próxima.
sábado, 25 de outubro de 2008
Deus!!!
É um pecado chamar meus costumes pelo nome de estilo de vida!
Já causa desconforto, já é motivo de censura!
Minha presença nos lugares já não é incondicional.
Não chamo isso de limitação idiota. Mas de consciência que ampliar a mente ainda é algo suspeito.
Sou sombra de mim.
Ainda respondo pelo o que fui um dia. Vivo das lembranças de tempos sãos com os amigos.
Não posso aceitar que mudei tanto para pior.
Já causa desconforto, já é motivo de censura!
Minha presença nos lugares já não é incondicional.
Não chamo isso de limitação idiota. Mas de consciência que ampliar a mente ainda é algo suspeito.
Sou sombra de mim.
Ainda respondo pelo o que fui um dia. Vivo das lembranças de tempos sãos com os amigos.
Não posso aceitar que mudei tanto para pior.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Eu nem ia falar mais nada hoje!
Solidão é foda! E também falar aqui, poupará algum amigo que tenha o horrível hábito de dormir e também por ver o bem danado que jogar neste monte de lixo, que eu apelidei de blog, as coisas que ficam na cabeça e fodem a minha vontade de dormir.
Cara, eu estava pensando nas tantas lorotas que digo, pensei também nas declarações descabidas que podem ser de ódio ou de afeto, eu digo mesmo!!!
Eu nunca analiso os riscos das frases que saem da minha boca!
Num rompante eu me jogo no chão e brado que amo algum amigo, outras vezes, sem mais ou menos calcular, eu falo logo que achei nojenta a frase, que não concordo, que preciso de cinco minutos para ir em casa tomar um banho e voltar para o bar com uma 12 cano curto na mão e mirar bem no meio da boca do idiota e ficar rindo depois, enquanto a moça da limpeza recolhe com uma pá, os pedaços do cérebro do infeliz! Claro que a parte de pegar uma arma e atirar foi um recurso para criar um clima, embora as vezes matar alguém rápido assim, seja melhor do que me ter fazendo comentários bem criativos e na cara, sempre na cara, do infeliz.
Eu preciso de ajuda! Não pode ser normal!!
Tenho de pensar nas máximas da cultura oriental, ter calma, aceitar o escroto que pode haver no mundo, agir com serenidade.
Só que não sei ser de outra forma!
Cassete!! Eu também sou cheia de defeitos, tenho de levar isso em consideração!
Não!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Espero que se foda o resto!
Eu até conto até dez, mais do que isso, vai pedir para a puta que o pariu que o aguente!
Cara, eu estava pensando nas tantas lorotas que digo, pensei também nas declarações descabidas que podem ser de ódio ou de afeto, eu digo mesmo!!!
Eu nunca analiso os riscos das frases que saem da minha boca!
Num rompante eu me jogo no chão e brado que amo algum amigo, outras vezes, sem mais ou menos calcular, eu falo logo que achei nojenta a frase, que não concordo, que preciso de cinco minutos para ir em casa tomar um banho e voltar para o bar com uma 12 cano curto na mão e mirar bem no meio da boca do idiota e ficar rindo depois, enquanto a moça da limpeza recolhe com uma pá, os pedaços do cérebro do infeliz! Claro que a parte de pegar uma arma e atirar foi um recurso para criar um clima, embora as vezes matar alguém rápido assim, seja melhor do que me ter fazendo comentários bem criativos e na cara, sempre na cara, do infeliz.
Eu preciso de ajuda! Não pode ser normal!!
Tenho de pensar nas máximas da cultura oriental, ter calma, aceitar o escroto que pode haver no mundo, agir com serenidade.
Só que não sei ser de outra forma!
Cassete!! Eu também sou cheia de defeitos, tenho de levar isso em consideração!
Não!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Espero que se foda o resto!
Eu até conto até dez, mais do que isso, vai pedir para a puta que o pariu que o aguente!
Continuando... (se possível)
... desculpe a pausa idiota que dei.
Como eu ia explicando...a coisa pode variar muito, penso, creio piamente que o estado de espírito da pessoa é bem determinante para haver ou não uma perda de controle. Não sei tão profundamente o que se passa com os outros, mas no meu caso, nunca foi para me tornar uma rainha da turma, ou mesmo para paquerar, arrumar romances e tal.
E o meu processo criativo por vezes tentei associar, mas não fui tão feliz.
De verdade a coisa era para causar dano mesmo! Sinceramente!
Uma coisa meio feia de ter um jeito meio dopado, uma postura bem auto-destrutiva e tudo...
Só que no meio desta loucura toda, rola um sentimento de apego às coisas, valores que ao perder de vista, me garantiam horas e horas de uma bad completa.
Engraçado relatar um telefonema com um amigo certa vez, ela dentre outros assuntos perguntou se estes químicos tinham dado uma levantada na minha morna atividade sexual. Eu ri muito, e ri mais ainda depois que notei que da cintura para baixo, o meu corpo dorme profundamente.
Muito interessante observar como essas coisas em meu corpo costumam agir.
Uma agitação que sei que não é natural e um sentimento posterior de tédio, de abandono próprio e uma vontade apenas de ter mais daquilo, para começar outra vez a ter ou querer demais, sentir para sempre as mesmas sensações.
Mas ai passou, acabou tudo.
Ficou tudo verão outra vez.
Como eu ia explicando...a coisa pode variar muito, penso, creio piamente que o estado de espírito da pessoa é bem determinante para haver ou não uma perda de controle. Não sei tão profundamente o que se passa com os outros, mas no meu caso, nunca foi para me tornar uma rainha da turma, ou mesmo para paquerar, arrumar romances e tal.
E o meu processo criativo por vezes tentei associar, mas não fui tão feliz.
De verdade a coisa era para causar dano mesmo! Sinceramente!
Uma coisa meio feia de ter um jeito meio dopado, uma postura bem auto-destrutiva e tudo...
Só que no meio desta loucura toda, rola um sentimento de apego às coisas, valores que ao perder de vista, me garantiam horas e horas de uma bad completa.
Engraçado relatar um telefonema com um amigo certa vez, ela dentre outros assuntos perguntou se estes químicos tinham dado uma levantada na minha morna atividade sexual. Eu ri muito, e ri mais ainda depois que notei que da cintura para baixo, o meu corpo dorme profundamente.
Muito interessante observar como essas coisas em meu corpo costumam agir.
Uma agitação que sei que não é natural e um sentimento posterior de tédio, de abandono próprio e uma vontade apenas de ter mais daquilo, para começar outra vez a ter ou querer demais, sentir para sempre as mesmas sensações.
Mas ai passou, acabou tudo.
Ficou tudo verão outra vez.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
As muletas! Em conversa guiada por perguntas.
O que diz sobre os seus vícios?
Declaro que foi uma surpresa, mas depois virou uma merda. É sentido uma auto confiança na medida em que é possível expressar de forma menos tímida as coisas que se sente ,mas aí vira uma coisa sem controle que faz com que a pessoa perca a noção total de limites. Além da saúde que é destruída e tal... Hoje eu pretendia me alongar aqui, mas não será possível no momento.
Declaro que foi uma surpresa, mas depois virou uma merda. É sentido uma auto confiança na medida em que é possível expressar de forma menos tímida as coisas que se sente ,mas aí vira uma coisa sem controle que faz com que a pessoa perca a noção total de limites. Além da saúde que é destruída e tal... Hoje eu pretendia me alongar aqui, mas não será possível no momento.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
O cheiro mais arrogante do mundo
Existem aqueles que afirmam que a reação do perfume pode variar de corpo para corpo, variando assim o doce do que há no frasco, criando um aroma único que passa chocando o ar, deixando impressa uma marca nunca possível de apagar, debilitando nos com lembranças e revivendo sensações.
O bom de se elevar sempre o sensorial em detrimento de algo tão sem valor que é o sopro divino representado nas ações tão implicadas de racionalidade, razão que muitas vezes luta para garantir que Deus inexiste e depois de tanto empenho se descobre vislumbrada com sua limitação em explica-lo de forma definitiva, o bom de sentir em lugar de analisar friamente os momentos, é que, nada nos rouba a bela vista que temos dos ombros delicados, vestidos com as mais alvas estamparias, uma tão sorridente e mortal prova de que é pela fraca entrega ao divagar, que encontramos a estranha descoberta pelo dono dos ombros, de que a terra parou de girar no momento em que senti exalar de seu corpo um cheiro tão convidativo.
Existem leitos pelos quais passei que deixei uma parte de mim, e trouxe em troca astuta, um pouco dos aromas cedidos.
Nas ruas, colos são tão atraentes que me perco perdidamente apaixonada por cheiros sem rostos e nomes. Tão rápido me enamoro quanto os perco.
Dou graças por nunca mais os ter por perto, já que a falta de pudor é punido com a retirada de minha liberdade de ir e vir, esta liberdade tão primeira que por ela não abro mão, pois é por zelar por este direito, que posso me aventurar a sentir por mais e mais vezes esta grande maravilha preservada apenas em mim, para a minha egoísta distração.
Hoje um aroma delicado me parou os reflexos, me lembrei de algum ser que tive apenas para mim, o cheiro não era completamente igual, por crer piamente nos que afirmam as varições de perfumes mesmo iguais em corpos diferentes, estava a bela criatura atrás de mim, sem tocar-me. Senti todas as mais despudoradas vontades desta terra.
Aproveitei até o fim e pela primeira vez senti vontade de alongar este momento até a mais infinita das possibilidades.
Dei a um passo para trás, afim de contemplar o dono deste meu prazer tão solitário e aos olhos da sociedade, vil.
Não era um anjo, era um detentor universal de uma total arrogante forma de estar no mundo. Mas mesmo assim, cativante.
Meu corpo, tenho absoluta certeza, não se moveu um centímetro, mas minha alma, pareceu começar a se aproximar deste ser, a ladear, tornar-se muro, afagar-se em suas curvas e costas, a mão que parecia não ter respeito, sobre o ventre passeava, até subir mais e mais e ao se aproximar dos fartos contornos, apertava-lhes até quase sufocar este estranho ser. Não cobro de mim agora a necessidade que deveria ter sentido de tocar com os meus dedos os lábios desta bela forma vivente.
De volta à terra, olhei de forma definitiva na face deste indivíduo. Não disse nada.
Dei as costas, mas antes, por um breve instante meus olhos completamente apaixonados foram bem capazes de expressar gratidão ao ser que não sei o nome, as datas.
Não cobraria mais nada, tive o que me permiti possuir.
E agora, carrego um pouco disto comigo para sempre.
O bom de se elevar sempre o sensorial em detrimento de algo tão sem valor que é o sopro divino representado nas ações tão implicadas de racionalidade, razão que muitas vezes luta para garantir que Deus inexiste e depois de tanto empenho se descobre vislumbrada com sua limitação em explica-lo de forma definitiva, o bom de sentir em lugar de analisar friamente os momentos, é que, nada nos rouba a bela vista que temos dos ombros delicados, vestidos com as mais alvas estamparias, uma tão sorridente e mortal prova de que é pela fraca entrega ao divagar, que encontramos a estranha descoberta pelo dono dos ombros, de que a terra parou de girar no momento em que senti exalar de seu corpo um cheiro tão convidativo.
Existem leitos pelos quais passei que deixei uma parte de mim, e trouxe em troca astuta, um pouco dos aromas cedidos.
Nas ruas, colos são tão atraentes que me perco perdidamente apaixonada por cheiros sem rostos e nomes. Tão rápido me enamoro quanto os perco.
Dou graças por nunca mais os ter por perto, já que a falta de pudor é punido com a retirada de minha liberdade de ir e vir, esta liberdade tão primeira que por ela não abro mão, pois é por zelar por este direito, que posso me aventurar a sentir por mais e mais vezes esta grande maravilha preservada apenas em mim, para a minha egoísta distração.
Hoje um aroma delicado me parou os reflexos, me lembrei de algum ser que tive apenas para mim, o cheiro não era completamente igual, por crer piamente nos que afirmam as varições de perfumes mesmo iguais em corpos diferentes, estava a bela criatura atrás de mim, sem tocar-me. Senti todas as mais despudoradas vontades desta terra.
Aproveitei até o fim e pela primeira vez senti vontade de alongar este momento até a mais infinita das possibilidades.
Dei a um passo para trás, afim de contemplar o dono deste meu prazer tão solitário e aos olhos da sociedade, vil.
Não era um anjo, era um detentor universal de uma total arrogante forma de estar no mundo. Mas mesmo assim, cativante.
Meu corpo, tenho absoluta certeza, não se moveu um centímetro, mas minha alma, pareceu começar a se aproximar deste ser, a ladear, tornar-se muro, afagar-se em suas curvas e costas, a mão que parecia não ter respeito, sobre o ventre passeava, até subir mais e mais e ao se aproximar dos fartos contornos, apertava-lhes até quase sufocar este estranho ser. Não cobro de mim agora a necessidade que deveria ter sentido de tocar com os meus dedos os lábios desta bela forma vivente.
De volta à terra, olhei de forma definitiva na face deste indivíduo. Não disse nada.
Dei as costas, mas antes, por um breve instante meus olhos completamente apaixonados foram bem capazes de expressar gratidão ao ser que não sei o nome, as datas.
Não cobraria mais nada, tive o que me permiti possuir.
E agora, carrego um pouco disto comigo para sempre.
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Intrigantes questões
Por vezes tentamos responder para nós mesmos, perguntas que apenas mentalmente fazemos, pois o som ainda que liberto em claustro poderia nos chocar, destruir, transmutar algo que achamos belo e que podeia se tornar algo vil e sem valor.
Por exemplo, o suspiro logo após a cópula e sem mais fluir naturalmente a frase emblemática: EU TE AMO ouso me aventurar a contar que proferi tal período para apenas duas pessoas.
Será que era a frase exata, que exprimiu a verdade de todos os meus sentimentos? Não desmereço tanto assim estas duas criaturas maravilhosas, não é um texto para lavar uma roupa que acredito e carrego comigo a certeza de já ter sido bem lavada e de maneira digna e discreta.
Mas nas minhas atividades solitárias de igual fim, eu termino os atos tão físiológicos e me permito pegar um livro e me adentrar por caminhos que não são tão inspiradoramente relacionados aos retóricos assuntos de amor.
Tenho participado deste mundo de forma bem solitária, bebia em grupo, mas hoje, porres homéricos são comuns e sem brindes em roda.
Lia algo e logo queria compartilhar, por hora tenho lido bem menos do que antes, no ritmo dos que não precisam mais dar demonstrações de compreensão tão imediata e certeira.
Festas e eventos, usando o fato de morar no subúrbio, escapo.
Ser feliz ou não, já não me é tão importante deixar claro para o mundo.
E as questões que me intrigam e que antes evitava, já não chocam mais. Não dói mais pensar que posso ter chamado de amor, a volúpia, a paixão tão carnal, a saliva que não em causou asco.
Diria obrigado aos que povoaram camas comigo, diria obrigado aos que ligam ou não nos dias que se seguem, e diria obrigado a mim, por não ter dito obrigado.
Dizer que foi bom, parece que era esperado que não seria.
Não digo nada.
Não mais me relaciono com pessoas que me conhecem tão bem, falo aos que sei que, será complicado estar um dia na presença, e eles também sabem e nem por isso, me deixam falando sozinha.
Eu tenho encontrado muita beleza neste tempo de rever verdades tão absolutas. E o feio... se visto de forma serena, tem todo um charme e nos revela traços de perfeição.
Por exemplo, o suspiro logo após a cópula e sem mais fluir naturalmente a frase emblemática: EU TE AMO ouso me aventurar a contar que proferi tal período para apenas duas pessoas.
Será que era a frase exata, que exprimiu a verdade de todos os meus sentimentos? Não desmereço tanto assim estas duas criaturas maravilhosas, não é um texto para lavar uma roupa que acredito e carrego comigo a certeza de já ter sido bem lavada e de maneira digna e discreta.
Mas nas minhas atividades solitárias de igual fim, eu termino os atos tão físiológicos e me permito pegar um livro e me adentrar por caminhos que não são tão inspiradoramente relacionados aos retóricos assuntos de amor.
Tenho participado deste mundo de forma bem solitária, bebia em grupo, mas hoje, porres homéricos são comuns e sem brindes em roda.
Lia algo e logo queria compartilhar, por hora tenho lido bem menos do que antes, no ritmo dos que não precisam mais dar demonstrações de compreensão tão imediata e certeira.
Festas e eventos, usando o fato de morar no subúrbio, escapo.
Ser feliz ou não, já não me é tão importante deixar claro para o mundo.
E as questões que me intrigam e que antes evitava, já não chocam mais. Não dói mais pensar que posso ter chamado de amor, a volúpia, a paixão tão carnal, a saliva que não em causou asco.
Diria obrigado aos que povoaram camas comigo, diria obrigado aos que ligam ou não nos dias que se seguem, e diria obrigado a mim, por não ter dito obrigado.
Dizer que foi bom, parece que era esperado que não seria.
Não digo nada.
Não mais me relaciono com pessoas que me conhecem tão bem, falo aos que sei que, será complicado estar um dia na presença, e eles também sabem e nem por isso, me deixam falando sozinha.
Eu tenho encontrado muita beleza neste tempo de rever verdades tão absolutas. E o feio... se visto de forma serena, tem todo um charme e nos revela traços de perfeição.
domingo, 19 de outubro de 2008
O meu Ramalhete
Em todos os sentidos, é em minha casa que me destruo, todos os dias, de forma lenta, já que de forma definitiva confesso não ter mais coragem.
Eu fico aqui neste lugar que mais parece uma cova, cercada por saudades e vontades, mas sem calcular os riscos de me levantar e caminhar em busca de ar puro, em busca de uma paz que eu tenho absoluta certeza de que não encontrarei.
Quadros, um cheiro de tinta e uma escuridão permanente, uma sala jamais descoberta, cortinas de seda demodês, mobília de parentes já mortos, vídeos caseiros que parecem forçar minha mente a contar os que já perdi, muitos deles nem liguei.
Eu não quero mais tentar nada, não preciso mais de cura, paz não tenho. Lutar por esperança é exaustivo demais para o meu corpo muito branco e em proporção igual, fraco.
Eu sinto alegria diária, mas nunca me sinto plenamente feliz. Entender isso já me tomou muitas tardes, agora deixei esta questão para ser estudada em laboratório, quem sabe no ano de 2087.
Não é melancolia.
O que eu posso dizer?
O que pode dizer uma pessoa que já não consegue mais manter o alimento e o líquido que tomou?
Meu organismo me humilha com vontades que nem sinto mais concordar.
Como se o meu corpo fosse apenas capaz de dizer sim.
Não quero mais ter alguém por perto. Não quero ajuda para ficar de pé, não quero sopinha para arrancar minha palidez.
Quero ser o meu começo e aprender com o meu fim.
Eu fico aqui neste lugar que mais parece uma cova, cercada por saudades e vontades, mas sem calcular os riscos de me levantar e caminhar em busca de ar puro, em busca de uma paz que eu tenho absoluta certeza de que não encontrarei.
Quadros, um cheiro de tinta e uma escuridão permanente, uma sala jamais descoberta, cortinas de seda demodês, mobília de parentes já mortos, vídeos caseiros que parecem forçar minha mente a contar os que já perdi, muitos deles nem liguei.
Eu não quero mais tentar nada, não preciso mais de cura, paz não tenho. Lutar por esperança é exaustivo demais para o meu corpo muito branco e em proporção igual, fraco.
Eu sinto alegria diária, mas nunca me sinto plenamente feliz. Entender isso já me tomou muitas tardes, agora deixei esta questão para ser estudada em laboratório, quem sabe no ano de 2087.
Não é melancolia.
O que eu posso dizer?
O que pode dizer uma pessoa que já não consegue mais manter o alimento e o líquido que tomou?
Meu organismo me humilha com vontades que nem sinto mais concordar.
Como se o meu corpo fosse apenas capaz de dizer sim.
Não quero mais ter alguém por perto. Não quero ajuda para ficar de pé, não quero sopinha para arrancar minha palidez.
Quero ser o meu começo e aprender com o meu fim.
Rito inicial
A coisa mais estranha foi descobrir que foi bem mais simples do que eu imaginava...pelo menos criar o blog foi bem fácil, tirando é claro a parte insuportável de ter que escrever a porra das letrinhas, errei duas vezes, creio que numa escala de 0 --10, fui oito. Só não fui 10... ah...deve pegar mal ser tão convencida logo no primeiro texto. Preciso antes conseguir admiradores e todas estas punhetas mentais que a maioria que faz um blog acaba batendo!
A única pergunta que faço para os que possuem isso há tempos... Meus pais têem como encontrar isso facilmente na web?
É que faço coisas que gostaria de contar aqui, já que aqui, eu quem mando e estou pouco me fodendo! Mas estar pouco se fodendo é bem diferente de quem sabe ser chamada para uma conversa em família para ouvir a porra do sermão da montanha!!!
Mediante esta complexa dúvida sobre o grau de acessibilidade entre mim e meus familiares, eu me reservo o direito de aguardar um dia ou dois para me certificar que eles nem sonham em saber as porras que faço só para me divertir... dirversões que levo à sério!!!
A única pergunta que faço para os que possuem isso há tempos... Meus pais têem como encontrar isso facilmente na web?
É que faço coisas que gostaria de contar aqui, já que aqui, eu quem mando e estou pouco me fodendo! Mas estar pouco se fodendo é bem diferente de quem sabe ser chamada para uma conversa em família para ouvir a porra do sermão da montanha!!!
Mediante esta complexa dúvida sobre o grau de acessibilidade entre mim e meus familiares, eu me reservo o direito de aguardar um dia ou dois para me certificar que eles nem sonham em saber as porras que faço só para me divertir... dirversões que levo à sério!!!
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